sábado, 7 de maio de 2011

O DENOMINADOR COMUM = PRIMEIRA PARTE

A revista Ultimato, numero 382 < Janeiro-Fevereiro 2011> publicou na pagina 62 um artigo especial com o titulo de "A gritaria dos preocupados: prenúncios de uma reforma interna". [ é importante que se leia o artigo na integra. O mesmo está disponível no site da revista]. No artigo, sete lideres cristãos, de diferentes pontos geográficos, exprimem suas preocupações com o cristianismo atual e, no cerne dessas preocupações há a predominância de um único fator, "um denominador comum", como será visto após o conhecimento das preocupações de cada um dos sete lideres.
1- O pastor J.C.Peres da igreja Metodista de Tucuruvi - SP, através da pergunta: "somos ou não somos de certo modo prisioneiros de nossa estrutura eclesiástica?", sugere que, de alguma forma, os presbiterianos são muito dependentes de Calvino; os metodistas de Wesley; os luteranos, de Lutero; e assim por diante. Seguindo a linha de análise do pastor Peres, pode-se acrescentar: < no que tange a interpretação bíblica, e em todos os assuntos teológicos, os cristãos atuais são profundamente e sistematicamente dependentes da posição de um líder "maior" (cada igreja tem seu próprio papa).>  Sempre é bom lembrar que a Bíblia não aprova esta conduta. Em 1ª Corintios 1- 10 a 12, o apostolo Paulo diz:  "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contenda entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: EU SOU DE PAULO, E EU, DE APOLO, E EU, DE CEFAS, E EU, DE CRISTO".

2- O pastor Renato Cordeiro de Sousa, da 1ª igreja Batista de Teresópolis-RJ, diz que sua preocupação é com os "cristãos insuportavelmente espirituais". No contexto geral, ele mostra a grande ênfase que é dada a títulos, a espiritualidade constituída de frases feitas e chavões evangélicos, e logicamente a santidade declarada pela maioria dos ocupantes dos púlpitos. Ele diz: "Tenho aversão a crentes espirituais que colocam seus diversos títulos à frente. Esse tipo de crente, é mais conhecido por seus títulos do que  por sua vida."

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