domingo, 31 de março de 2013

ARMINIANOS X CALVINISTAS: "Um Novo Ângulo".


Eleição é para todos. No entanto, interpretar a doutrina controversa deixa claro que a salvação não é uma conquista humana.
Por Roger Olson dia 05/02/13. Em Christianity Today.

         Quando eu era criança, meu irmão e eu, ás vezes passávamos parte do sábado entregando folhetos evangélicos no nosso bairro. Nós éramos filhos de pastor e provavelmente sentíamos alguma obrigação de fazê-lo (já que era algo promovido pela escola dominical e pelo grupo de jovens), mas eu posso honestamente dizer que também sentíamos que era nossa contribuição para o reino de Deus.
Um dos nossos folhetos favoritos ilustrava uma cédula de votação. O grande pregador Herschel Hobbs, conhecido entre os Batistas do Sul como "Sr Batista", pregou um sermão famoso que foi publicado no informativo A Hora Batista, em outubro de 1967. O título do sermão era "Dia da Eleição de Deus", cujo ponto principal foi: O diabo e Deus realizaram uma eleição para determinar se ou não você seria salvo ou perdido. O diabo votou contra você E Deus votou em você. Então, como a eleição foi um empate cabe a você dar o voto decisivo.
Sem dúvida que o conceito da doutrina da eleição tornou-se popular entre os cristãos. Afinal de contas, nós os americanos prezamos nosso direito e liberdade de votar. Mas é isso que a Bíblia quer dizer com eleição? Será que o evangelho diz que os votos de Deus são para a nossa salvação, os votos contra são de Satanás, e nós individualmente, livremente damos o voto que decide o nosso destino eterno?
Provavelmente não. Alguns estudiosos da Bíblia e teólogos diriam: definitivamente não. Parece banalizar o conceito de eleição e especialmente, a soberania de Deus em nossa salvação. Por outro lado, pode haver alguma verdade nesta forma de conceber o problema, mesmo que não fazendo justiça à profundidade da doutrina bíblica da eleição.
Infelizmente, a "doutrina da eleição" tem vindo a ser associada especialmente, e mesmo exclusivamente  a um ramo particular da teologia cristã - um povo conhecido como reformados.- Esse povo descende da reforma Suíça do século 16 e, mais notadamente a partir do francês reformador João Calvino, que viveu e espiritualmente conduziu os suíços da cidade de Genebra. Muitas vezes, "eleição" é identificada como a doutrina distintiva do calvinismo, como se outro ramo do cristianismo não acreditasse nela.
Na verdade, seria impossível ser um cristão que crê na Bíblia sem afirmar a graça seletiva de Deus e ter uma doutrina da eleição. O mesmo poderia ser dito sobre a predestinação, muitas vezes vista como um sinônimo para a eleição. A Bíblia está cheia de referências de ambas, a escolha de pessoas por Deus,  de indivíduos e grupos.  Abraão não foi apenas um "chamado" por Deus, mas também "escolhido" ou "eleito" para ser o pai do "povo eleito", a nação dos "eleitos" _ Israel (Gn 12:1-3; Is 45:4) A igreja é um "eleito" de Deus, escolhido para a adoção como seus filhos por meio de Jesus Cristo (Ef 1-5). Paulo foi claramente escolhido por Deus para o apostolado (Atos 9).
Não seria nenhuma inverdade que a eleição de pessoas por Deus é fundamental para a mensagem bíblica e para o evangelho. Pode-se dizer com segurança que a eleição do povo é a graça de Deus, e não é uma realização humana. Em nenhum lugar da Bíblia se pode insinuar que as pessoas elegem a si mesmas.

A TEOLOGIA DE TOCADOS POR UM ANJO

Isso nos traz de volta para o "folheto evangélico e o sermão de Hobbs." Todos os cristãos, e não apenas os calvinistas devem rejeitar a mensagem subjacente de que a eleição é um ato humano, conquista ou realização. Os teólogos têm um nome para essa crença: Semi Pelagianismo. É sem dúvida discutível o modo de exibição  padrão de salvação e serviço entre os cristãos americanos, especialmente os cristãos mais jovens, mas todos os ramos do cristianismo têm condenado isso como heresia, porque contradiz completamente as Escrituras.
Semi pelagianismo é a idéia de que os seres humanos tomam a iniciativa de sua salvação e serviço a Deus.
Nós decidimos se queremos ser salvos ou se queremos entrar no serviço de Deus, completamente por nós mesmos, sem a necessidade da graça antecedente ou preveniente.
A Graça Preveniente é a graça que convence os condenados, chama, ilumina e capacita. Os teólogos cristãos discordam sobre se é resistível ou irresistível, mas todos os teólogos evangélicos concordam que é necessária para o primeiro exercício de uma boa vontade para com Deus.
Alguns anos atrás, uma série de televisão, popular, mostrou anjos em disfarçados de humanos ajudando as pessoas em perigo a se voltar para Deus. Em um episódio, um anjo lindo e jovem, com sotaque escocês aconselhou um homem a "chegar-se a Deus, tanto quanto pudesse, e então Ele iria estender a mão e o levaria pelo resto do caminho". É  isso que chamo de "Teologia de tocados por um anjo". Por si só, sem o  esclarecimento bíblico e explicação teológica ela expressa o semi-pelagianismo.
Ao contrário do que muitos pensam as tradições do cristianismo protestante, tanto calvinistas quanto arminianistas, sempre enfatizaram a iniciativa de Deus na salvação e no serviço. ( Arminianismo é a tradição teológica instituída após Jacob Arminius, teólogo holandês do século 17 que afirmou o livre arbítrio humano). Isto é, se qualquer pessoa ou grupo encontra a reconciliação com Deus e / ou um papel na missão de Deus, isso é devido ao próprio Deus; eleição da graça, e não decisão humana ou realização sozinha.
 Infelizmente, a doutrina da eleição se tornou um campo de batalha entre os protestantes evangélicos.
Três pontos de vista principais disputam a atenção e crença, e todos os três apelam para as Escrituras.
Todos os três afirmam que os outros dois não alcançam a comprovação e aprovação bíblica e teológica. Ocasionalmente defensores das três teses caem em debate verbal desagradável com o outro. Os defensores das três teses necessitam perceber que eles têm muito em comum, especialmente a crença na iniciativa divina, que Deus é quem elege aquele cuja graça é necessária para cada coisa boa essa pessoa faz, incluindo o primeiro movimento da vontade em direção a Deus.
AS TRÊS VISÕES
A primeira visão é o calvinismo clássico e tradicional. Não foi criada por Calvino, mas veio a ser associada com seu nome em terras inglesas através principalmente dos puritanos.
No início, reformadores como Martinho Lutero e Ulrich Zwinglio tinham a mesma crença sobre a eleição.
De acordo com Calvino, a eleição, que é o mesmo que predestinação e pré-ordenação referem-se ao "decreto eterno de Deus, pelo qual ELE próprio predeterminou o que ELE quis que cada homem se tornasse... [E] a vida eterna é preordenada para alguns e danação eterna para os outros (Institutas da Religião Cristã III. XXI. 5).
Muitas pessoas se referem a isso como "dupla predestinação". Calvino para afirmar isto usou como base Romanos 9, e outras passagens que enfatizam a soberania de Deus em tudo, incluindo o destino eterno de cada indivíduo.
A segunda visão é o Arminianismo, clássico e tradicional. É nomeado após o teólogo Arminius, mas as linhas básicas da visão são anteriores a ele. Talvez o mais influente arminiano tenha sido John Wesley, fundador da tradição metodista, que também é venerado pelos cristãos na santidade e tradições pentecostais.
De acordo com o ensaio de Wesley "Em Predestinação", seguindo fielmente Arminius, eleição (pré-destino) significa que "Deus previu aqueles em cada nação, quem iria acreditar - crer - desde o princípio do mundo até a consumação de todas as coisas. Ele baseou isso em Romanos 8, especialmente os versículos 29 e 30. Como todos os arminianos (e muitos que não usam este rótulo, mas concordam com sua doutrina essencial da eleição), Wesley afirmou o livre arbítrio, capacitados pela graça, porque caso contrário, se o homem não fosse livre, ele não poderia ser responsável quer por seus pensamentos, palavras ou ações."

MONTANHA DE VERSOS

A maioria dos cristãos evangélicos contemporâneos apóia uma forma ou outra, a visão de Calvino ou a de Wesley sobre a eleição. Todos concordam que Deus elege pessoas ao serviço, todos concordam que Deus escolhe (através de eleição corporativa) um povo para ser seu. O problema da controvérsia é a eleição para a salvação. É incondicional e irresistível, ou isso depende de uma vontade em aceitá-la?
A divisão é sobre salvação individual, e especialmente se Deus predestina algumas pessoas para o inferno.
Arminianos acham que é abominável e prejudicial para a reputação de Deus, com base em passagens como João 3:16, 2Pedro 3: 9 e 1Timóteo 2:4. Os Calvinistas argumentam que permitir que os seres humanos possam resistir e frustrar a vontade de Deus limita sua Soberania, e mesmo que não intencionalmente  diminui sua divindade. Se os pecadores podem livremente contribuir para sua própria salvação, então a graça não é o único fator.
Ambos os lados neste debate podem acumular montanhas de versículos e argumentos para apoiar sua visão.  Parece duvidoso que igualmente cristãos tementes a Deus, que creem na Bíblia e amam a Jesus nunca vão chegar a um consenso sobre o assunto. Mas o consenso já existe nisto: "qualquer que seja o papel desempenhado pelos seres humanos na sua salvação, a salvação é obra de Deus." Mesmo arminianos, na sua melhor e mais verdadeira crença acreditam que os pecadores recebem a graça salvadora de Deus, só que lhes permite receber com a resposta livre da fé.
"TODOS OS EVANGÉLICOS CONCORDAM QUE A SALVAÇÃO É OBRA DE DEUS E NÃO NOSSA. NOSSAS BOAS OBRAS, ATÉ MESMO AS NOSSAS DECISÕES LIVRES OU SINAIS DE GRAÇA, SOMAM A NADA QUANDO COMPARADAS COM A GRAÇA E O PODER DE ELEIÇÃO DE DEUS"
Uma terceira visão contemporânea aparece entre os cristãos evangélicos. Se ela se inclina para mais perto do calvinista clássico ou da doutrina arminiana de eleição é muito debatido. O chamado "calvinismo evangélico" é defendido pelos seguidores dos teólogos escoceses Thomas Torrance e James Torrance. Eles, por sua vez, foram influenciados pelo teólogo suíço Karl Barth e, antes de Barth, pelos teólogos escoceses John MacLeod Campbell e Forsyth PT.
Este ponto de vista foi recentemente explicado e defendido por 12 dos principais teólogos do "calvinismo evangélico": “ENSAIOS SOBRE RECURSOS PARA A REFORMA CONTINUADA DA IGREJA."
De acordo com o "calvinismo evangélico" (TERMO ERRÔNEO já que todos os calvinistas se consideram evangélicos de alguma maneira), Cristo deve ser o centro da eleição tanto como seu objeto e seu sujeito. Deus elege Jesus Cristo para ser O Salvador, e então elege as pessoas apenas "nele". Em Jesus e sua cruz, Deus disse SIM a todas as pessoas, não havendo o correspondente divino, NÃO!  Se alguém tiver sido eleito para a salvação é porque Deus primeiramente elegeu Jesus Cristo e, em seguida pela graça incluiu os pecadores nesta eleição. Se alguém rejeita sua inclusão na eleição de Cristo é unicamente por causa de sua rejeição inexplicável da graça de Deus estendida a eles em Jesus Cristo.
Os editores do Calvinismo Evangélico afirmam que "todos estão incluídos na obra salvífica de Cristo, e... a salvação é pela graça e somente por Cristo".
A eleição para a salvação é uma boa notícia, porque não depende da livre vontade frágil e vacilante dos pecadores, e ninguém é excluído, exceto aqueles que voluntariamente se excluem.
Os Calvinistas e Arminianos clássicos concordam com muito do "calvinismo evangélico", mas ambos o acham inconsistente em alguns pontos cruciais. Sua principal queixa em comum é que ele cai em contradição. Como, perguntam eles, pode-se afirmar a universalidade da graça eletiva e negar o livre arbítrio em relação ao ser eleito, ao mesmo tempo afirmar o livre arbítrio para rejeitar a verdade da eleição?
Os calvinistas evangélicos, por outro lado encontra nos dois pontos de vista alternativos da eleição, uma problemática: "é que cada um à sua maneira parece refutar a bondade do caráter de Deus."
Livros evangélicos sobre a doutrina da eleição são abundantes. Infelizmente, a maioria deles são polêmicos, e gastam mais tempo discutindo contra uma ou outra visão do que ressaltando e explicando o terreno comum.
Especialmente nas últimas duas a três décadas a doutrina da eleição tornou-se uma causa de divisão mais do que de unidade entre os evangélicos. Mais atenção deve ser dada às áreas de acordo amplo e profundo, e menos para áreas de diversidade. Os cristãos evangélicos na melhor das hipóteses dividem uma doutrina comum da eleição. O diabo está nos detalhes, especialmente quando eles se tornam pontos de acusações de heresia ou infidelidade bíblica.
Todos os evangélicos concordam que a salvação que a salvação é obra de Deus e não nossa. Nossas boas obras, até mesmo as nossas decisões livres ou sinais de graça, resultam a nada quando comparadas com a graça e o poder de Deus na eleição. Elas são como os pilares enganosos que o arquiteto inglês Christopher Wren instalou para tranquilizar os dirigentes da cidade de Windsor que duvidavam do seu esquema para apoiar o segundo andar do salão da prefeitura. Wren tinha de fato deixado espaço entre os pilares do topo e do teto do primeiro andar, mas o espaço era bem minúsculo, quase invisível, e o ardil não foi descoberto senão anos depois quando operários construíram andaimes para limpar o teto. Os pilares que pareciam tão importantes para o projeto arquitetônico, simplesmente foram revelados (como as nossas impressionantes boas obras exteriores) sem sentido.

DEUS IRÁ ENCONTRAR UM CAMINHO

Se um pecador vem a Cristo e recebe a salvação, todos os evangélicos concordam que é devido à graça da eleição de Deus e não por qualquer obra meritória. Eles também concordam que Deus é soberano na salvação; a eleição é uma forma bíblica de expressar essa soberania. 
O texto de Efésios 1 exalta a soberania de Deus na eleição do seu povo. Lá Efésios 1) e em outros lugares, todavia, é possível interpretar a eleição corporativamente. Todos os evangélicos concordam que a eleição de um povo, de Israel e da Igreja por Deus é incondicional. Deus escolhe ter um povo para o seu nome e para sua glória. Ele opta por ter um povo no qual possa derramar o seu amor generoso. Ele opta por ter um povo para ser uma luz para as nações e um testemunho da sua grandeza e bondade para os seres espirituais que povoam o mundo invisível.
Os evangélicos debatem e também não chegam a um acordo se a inclusão dos indivíduos no povo eleito de Deus envolve qualquer nível de vontade livre, porém todos concordam que a existência do povo de Deus não é dependente da escolha humana. “Como uma famosa afirmativa do filme Jurassic Park que diz: “a vida encontra uma maneira”, a fé evangélica, de todos os tipos e tribos concorda que “Deus irá harmonizar um caminho” para ter um povo para colocar o seu nome.
Os calvinistas, arminianos e calvinistas evangélicos tendem a achar que a posição do outro é inconsistente, mas a inconsistência não é heresia. Os evangélicos divididos sobre os detalhes da doutrina da eleição talvez pudessem e devessem se reunir em torno de uma oração. O grande pregador batista, o inglês Charles Spurgeon, convertido em uma igreja metodista, mas um calvinista apaixonado, frequentemente fazia uma oração aparentemente inconsistente, nas reuniões de sua igreja. No momento da oração noturna dizia: "Deus chame os seus eleitos, e em seguida eleja outros mais". Os evangélicos de diferentes opiniões podem se assustar com a aparente contradição, mas todos podiam alegrar-se com o espírito da generosidade e esperança que invadia e irradiava do apelo de Spurgeon.

ROGER OLSON é professor de teologia na Universidade de Baylor de W. Truett George Theological Seminary.

http://www.christianitytoday.com/ct/2013/january-february/election-is-for-everyone.html




5 comentários:

  1. Cândido Aastrana16 de junho de 2015 10:18

    Na verdade quem salva é Jesus apenas ele. Calvino nasceu a 500 anos atrás, Armínio a uns 400 anos. Será que os pensamentos deles são mais importante dos que os de Jesus? O que vale é o que Jesus colocou dentro de ti, o que vale é saber se tu estas alicerçado em Jesus, Jesus já mora no teu coração? então estas salvo.

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  2. O impressionatissimo!!!, é o que paulo falou em Rm. 11: 17-22, Ele fala claramente que os ramos ( ISRAEL ) foram cortados para os Zambujeiros serem enxertados ou seja ( salvos eleitos? sim quem são os zambujeiros? respondo, nós, os gentios ( portanto eleitos e /ou predestinados ), mas Paulo diz que se nós nos glóriarmos por esta causa, que causa?, (ENXERTAÇÃO NO LUGAR DOS RAMOS, ou seja, a eleição/predestinação, seremos cortados éh, paulo está dizendo isso mesmo ( SEREMOS CORTADOS ) a CLAriVIdENCIA DISSO É SEM DUVIDA QUE, CRISTO NOS ELEGEU E NOS PREDESTINOU POR GRAÇA E FÉ, ESTAMOS SIM SALVOS, MAS, MAS, MAS, SE POR ISSO NOS GLÓRIAMOS, ( NÃO PERSERVERARMOS ATÉ O FIM, SERMOS FIEIS ATÉ O FIM, ( SE NÃO VOLTARMOS AO 1º AMOR, ELE O DEUS TODO PODEROSO APAGARÁ O NOSSO CANDEEIRO, ( CARTAS AS IGREJAS DO APOCALIPSE ) SE O REJEITARMOS , ELE NOS REjEITARÁ TAMBéM, JEREMIAS CAP. 15. ( quem é tão acriançado para não entender isssssssssooooooo!!!.

    E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,
    Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
    Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
    Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme.
    Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
    Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
    Romanos 11:17-22 ( ora, se já foram enxertados ( ELEITOS, PREDESTINADOS, SALVOS.) quem está dizendo que podem ser cortados, ou seja, ( DEZELEITOS, DESPREDESTINADOS E DESALVOS, é a Biblia ou eu? {esses calvinistas bahhhh sei não vííuu.}

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